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Defender o nível de emprego é fundamental para vencer a crise

Numa resolução do seu Secretariado Nacional, a UGT exigiu do Estado uma política de crescimento e emprego que passe pelo reforço do investimento e pelo aumento dos rendimentos disponíveis das famílias. Nestes termos, a central sindical reclama, em especial:

1. Que as medidas que se dirigem ao sector financeiro tenham especialmente em conta o impacto sobre a economia real, particularmente sobre as pequenas e médias empresas, e sobre o emprego.

2. Que seja tido em especial atenção o impacto da desvalorização dos activos fundos de pensões sobre a sua estabilidade financeira futura, sendo urgente a criação do Fundo de Garantia dos Fundos de Pensões do Sector Bancário.

3. Que o memorando de entendimento sobre o plano de apoio ao sector automóvel tenha o devido acompanhamento e participação na execução por parte dos sindicatos respectivos.

4. Que sejam previstos planos de apoio idênticos para os sectores de trabalho intensivos, nomeadamente os do têxtil, do vestuário, do calçado, da cerâmica e da restauração.

5. Que sejam reforçados os mecanismos de supervisão do sector financeiro, bem como os instrumentos de regulação. Por outro, no sentido de promover o consumo e de apoiar os mais desfavorecidos, reivindica:

    a. Políticas de crescimento dos salários reais, por via da negociação colectiva, tendo presente os aumentos da inflação e da produtividade.

    b. Um aumento significativo das pensões, particularmente das mais baixas, que sofreram em 2008 uma perda do poder de compra.

    c. A rápida aprovação de políticas activas de emprego que promovam a empregabilidade dos desempregados, em particular dos menos qualificados.

    d. Um reforço da intervenção dos centros de emprego no apoio aos desempregados.

    e. A discussão da situação das prestações sociais de desemprego, quer em termos de acesso quer de duração, de modo a responder a uma maior duração do desemprego e ao apoio às famílias de menores rendimentos.

    f. A discussão de medidas de apoio aos trabalhadores precários, mais afectados pelo desemprego.

    g. A rápida revisão das prioridades do QREN, para promover o apoio à manutenção e à qualidade do emprego.

Por último, a UGT considera fundamental a aprovação do plano de relançamento da economia europeia, o combate à precariedade e o reforço da negociação colectiva com a entrada em vigor do Código do Trabalho, a diminuição da conflitualidade e um maior diálogo, o cumprimento do acordo sobre a reforma da segurança social e a promoção do diálogo e da concertação.

 

     
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