Sindicatos americanos ganham nova vida Antes do início da reunião informal da União Europeia (UE) qu
Dirigindo-se ao Conselho Executivo da central sindical norte-americana (AFL-CIO), em Miami, o secretário-geral da Confederação Europeia de Sindicatos (CES), John Monks, declarou que os sindicatos dos dois lados do Atlântico têm agora a possibilidade de reafi rmar a sua determinação e a sua infl uência face à alarmante situação económica.
Naquela primeira reunião do órgão director da confederação sindical nacional americana desde a eleição do Presidente Obama, John Monks apelou para que a Europa aja em unidade e em sintonia com as medidas americanas destinadas a relançar a economia mundial, começando desde logo com a reunião do G20 que se realizou em Londres no princípio de Abril. Por outro lado, acentuou o papel regenerador dos sindicatos, cujas ideias, em particular no que concerne aos perigos da financialização, abriram a via para o relançamento.
Entretanto, John Monks escreveu ao vice-presidente da Comissão, na qualidade de co-presidente do Conselho Económico Transatlântico (CET), solicitando que a CES e a AFL-CIO, que representam o diálogo transatlântico do trabalho, sejam ofi cialmente reconhecidas no processo CET. E acrescentou: “Não é aceitável que o processo CET continue a incluir a actividade económica mas a excluir a mãode- obra. E, no contexto alarmante da actual situação económica, não pode ser mantido esse status quo”.
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