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Clube Residencial Sénior Sãnior-Alfena ultrapassa expectativas

A Nortada considerou oportuno publicar uma matéria mais actualizada sobre a situação vivida do clube residencial sénior Sãnior- Alfena, empreendimento em que o SBN detém 40% do capital.
Nesse sentido, a nossa reportagem ouviu um dos utentes – Manuel Joaquim Pereira da Silva, 80 anos, reformado, que ali vive com sua mulher, de 83 anos. Quando no activo, foi trabalhador do Banco Lisboa & Açores, do Banco da Agricultura – onde desempenhou funções de gerente, no Porto – e do Crédito Predial Português.

P. Quais as razões que o levaram a vir viver para este empreendimento?
R. Fundamentalmente, a necessidade de acompanhamento. Assinei o contrato em 2003 e escolhi a categoria C, que me permite usufruir de todas as regalias

P. E sente que as suas expectativas estão a ser preenchidas, ou defraudadas?
R. Este empreendimento corresponde em tudo e até ultrapassa as minhas expectativas, inclusivamente a nível da restauração, que é de primeiríssima classe, própria de um estabelecimento de cinco estrelas – e olhe que sou conhecedor e exigente! De facto, as refeições são muito bem confeccionadas e muito bem servidas.
Até dá vontade de comer mais e demais! A dificuldade é conter a gula! Imagine que nos primeiros três meses engordei cinco quilos! Por outro lado, as instalações são esplêndidas, correspondendo a tudo quanto sempre sonhei.

P. E pode-se saber o que sonhou nesta matéria?
R. Sonhei isto que vim aqui encontrar: uma residência individual, a que pudesse chamar de “minha casinha”, com um espaço ideal, um belíssimo quarto, um quarto de banho espaçoso, uma óptima sala com paisagem de sonho a que os olhos ficam presos e onde apetece ficar no fim do jantar. Por outro lado, como a localização é excelente, permite-me, sempre que me apetece, pegar no carro e em poucos minutos ir ver a família. Acresce uma vigilância perfeita, o que transmite um sentido de enorme segurança.

P. A propósito de localização: existe algum caso que lhe ocorra mencionar para melhor a caracterizar?
R. Olhe, então aí vão dois casos. A minha mulher, que era hipertensa, passou a ter uma tensão arterial absolutamente normal.
Nem parece a mesma pessoa, felizmente. Por outro lado, eu, que sou um bocado asmático, tinha grande dificuldade em dormir.
Aqui, durmo perfeitamente. Julgo que para tudo isto contribui o ambiente de natureza, com um ar puro e são. Por outro lado, estamos perto das Caldinhas da Saúde, cujos tratamentos termas se destinam maioritariamente a doenças dos foros respiratório e reumático, para além de possuir uma óptima piscina de manutenção.

P. Gostaria que se pronunciasse sobre a equipa técnica…
R. Para já, dizer-lhe que foi e está muito bem treinada. O serviço de enfermagem é muito competente, bem trabalhado e muito disciplinado. Sabem orientar as pessoas em qualquer patologia.
Por outro lado, o médico é um profissional que excede também todas as expectativas. Gosta de falar com os pacientes e acompanha-os nos tratamentos. Enfim, com tudo isto formou-se aqui uma espécie de família com todos os colaboradores, o que proporciona um ambiente extraordinário.

P. Se pudesse falar com os colegas bancários, o que lhes diria?
R. Dir-lhes-ia que, no seu próprio interesse, fizessem um pouco mais de esforço para se informarem e inteirarem desta realidade. Sei que o sindicato já tem feito muito nesse sentido e que a própria Nortada, sempre que é oportuno, divulga o empreendimento.
Mas parece-me que os bancários não se dão conta deste bem
precioso que muitos têm mesmo ao alcance da mão. Vejamos:
aqui, os bancários beneficiam de preços vantajosos, claramente competitivos face ao mercado. As diferenças são inumeráveis. E as vantagens, então, aumentam, quando se equaciona o binómio qualidade-preço. Mas será que os colegas não percebem
isso? Eles que venham cá ver, experimentar e verificar o que aqui existe. Garanto que ficarão muito surpreendidos. E é a solução ideal para os problemas de imensa gente. Repare que há colegas colocados em lares miseráveis, a pagar o mesmo dinheiro que pagariam aqui! Sejamos claros: não existe nenhuma classe profissional no nosso país que disponha do privilégio de ter acesso a uma estrutura como esta. Quem ainda estiver em condições de desfrutar felicidade na vida, não poderá nem deverá hesitar. E para mais, agora, que foi completado o trabalho de introdução, em todos os apartamentos, de linha telefónica com internet de alta velocidade, as condições não poderiam ser melhores.

P. E quanto à abertura do clube residencial a outras classes sócio-profissionais?
R. Ah, mas a abertura a outros colegas que não sejam bancários é francamente positiva. Não devemos restringir-nos à nossa classe.
Sindicalismo é isso: fraternidade e solidariedade. Que venham, porque serão muito bem vindos!

     
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