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SBN assinala Dia do Sénior

A Direcção do SBN, através do pelouro dos Órgãos Consultivos e com a colaboração da Comissão Sindical de Reformados, comemora, no próximo dia 3 de Outubro, o Dia do Sénior, no restaurante "Papa-Tudo", em Águeda. Do Porto, os autocarros partirão às 8h30 junto ao Banco de Portugal, com destino à Costa Nova (Aveiro), onde poderão ser admiradas as suas embarcações típicas e os tradicionais palheiros. O almoço está marcado para as 13 horas e as inscrições, limitadas a 350 pessoas, deverão ser efectuadas, impreterivelmente, até 25 de Setembro na Loja de Atendimento do SBN.

Mais informações:
Loja de Atendimento do SBN
Rua da Fábrica, 81, 4050-247 Porto
Telefones: 223 398 809/17
Fax: 223 398 877
Email: sag@sbn.pt


Costa Nova

Águeda
Águeda é uma cidade pertencente ao Distrito de Aveiro, Região Centro e sub-região do Baixo Vouga, com cerca de 14 500 habitantes.
Ergue-se a 15 m de altitude. É sede de um município com 335,3 km² de área, subdividido em 20 freguesias. Existem no actual concelho de Águeda abundantes vestígios comprovativos da presença romana, nomeadamente na estação arqueológica do Cabeço do Vouga. Relativamente à cidade, há fortes probabilidades de que a via romana que ligava Aeminium (Coimbra) a Cale (Gaia) passasse por Águeda.
No que concerne ao próprio nome de Águeda, existem várias suposições tendentes a desvendar a origem no nome do rio aqui situado, o qual já no século IX se chamava Ágata. A cidade actual procede do repovoamento feito nos inícios da Nacionalidade (século XI - século XII).
Águeda foi elevada à categoria da cidade por lei de 14 de Agosto de 1985. A importância de Águeda veio-lhe das várzeas que lhe ficam fronteiras e alastram na bacia que começa um pouco acima da Borralha.
Foram elas as causas de se encontrarem os nomes locais, nos documentos que se reportam à primeira reconquista.

 


Na Praia da Costa Nova, podemos admirar as casas de cores fortes (sempre branco e outra cor, normalmente amarelo, vermelho, verde ou azul), pintadas em riscas, predominantemente verticais.
O colorido da avenida principal marca o nosso olhar. Em meados do séc. XIX começou a ser uma praia de banhos muito frequentada, pela influência do tribuno e político José Estevão que aqui construiu o seu próprio palheiro, (que hoje se reconhece pelas suas riscas azuis e castanhas), onde se reuniam intelectuais e políticos, entre os quais o escritor Eça de Queiroz.
Os palheiros são construções tradicionais desta região litoral de Portugal que serviam de abrigo a colónias de pescadores, alfaias e animais utilizados no arrasto das embarcações pesqueiras para a praia. Inicialmente eram plantados sobre estacas para evitar a acumulação das areias das dunas arrastadas pelos ventos.
Quando em finais do séc. XIX passou a ser moda “ir a banhos”, os pescadores começaram a arrendar os seus palheiros na época de Verão e surgiu a ideia de pintar as tábuas exteriores com cores garridas, que lembram a policromia dos barcos moliceiros que deslizam sobre as águas da Ria, dando a esta Marginal um aspecto fortemente colorido e extremamente característico.
     
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