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Braga, Valença e Viana em convívio pela Costa Oeste e Lisboa

"Fortalecendo o espírito de grupo" é o lema subordinado ao qual as comissões sindicais de delegação de Braga, Valença e Viana do Castelo, com a colaboração da Direcção do SBN, promovem um passeio-convívio por Óbidos, Bombarral, Lisboa e Almada nos próximos dias 25 e 26 de Setembro, destinado a associados, familiares e, eventualmente, a amigos. Tanto para Braga como para Valença e Viana, as inscrições são limitadas a 50 pessoas e reservadas por ordem de recepção. As inscrições deverão ser efectuadas nas delegações de Braga (telefones 253217505, 962847777 e 964640531, e fax 253615280), Valença (telefones 251823965/966057659 e fax 251823910), ou Viana do Castelo (telefones 258826134/938614584/934242301/963353219 e fax 258 822323), até ao dia 15 de Setembro.

A saída será dos locais e dos horários a combinar, em autocarros de grande turismo em direcção a Óbidos, com paragem para o pequeno-almoço (não incluído). Após a visita, segue-se o almoço (incluído) e a viagem continuará até ao Jardim do Oriente, um impressionante jardim oriental com pagodes e enormes estátuas implantado na Quinta dos Loridos, no Bombarral. O seu mentor, Joe Berardo, fez daquele local “um espaço de meditação e de paz e um contributo para um mundo melhor”. A viagem prossegue até a um hotel na margem sul do Tejo (Costa da Caparica), para acomodação. À noite haverá em Lisboa um jantar (incluído), com oportunidade para se assistir a mais um sucesso de Filipe La Féria no teatro Politeama (entrada incluída). No segundo dia, após o pequeno-almoço (incluído) no hotel, será visitado o monumento do Cristo-Rei, em Almada Após o regresso a Lisboa para almoço (incluído), será visitado o Jardim Zoológico, que conta com uma das maiores colecções de animais do mundo (mais de 2.000 animais de cerca de 350 espécies diferentes) e que apresenta um vasto conjunto de atracções que proporcionam aos visitantes inesquecíveis momentos de lazer e de diversão. Uma vez terminada a visita, espera aos participantes um jantar (incluído), em Almeirim.

Óbidos
A vila de Óbidos guarda séculos de história entre as suas muralhas. Com vasto património de arquitectura religiosa e vestígios histórico- monumentais, a vila de reis e rainhas foi, noutros tempos, local de preferência para descanso ou refúgio das desavenças da corte. D. João IV e D. Luísa Guerra, D. Pedro II e D. Maria I, D. Leonor, D. Catarina de Áustria e D. Carlos foram alguns dos monarcas que passaram por aquelas terras, deixando, de uma forma ou de outra, marcas que a vila ainda hoje mantém. A origem da vila remonta ao séc. I, à cidade de Eburobrittium. Romanos, visigodos e árabes foram povos que marcaram presença por aquelas paragens. O ano de 1148 marca a tomada de Óbidos aos mouros, sendo em 1210 doada por D. Afonso II à rainha D. Urraca. O primeiro condado de Óbidos é instituído em 1636 e, sete anos mais tarde, D. João IV manda reparar novamente as muralhas. Para além das muralhas, o castelo, a Porta do Vale a Rua Direita, a Igreja de Santa Maria, a Igreja de São Pedro, a Igreja de São João, a Capela de São Martinho, a Igreja de Misericórdia o Pelourinho e Telheiro, a Igreja de São Tiago, a Ermida de Nossa Sr.ª do Carmo, a Ermida de Nossa Sr.ª de Monserrate, o Aqueduto, o Santuário do Senhor Jesus da Pedra, são algumas das preciosidades de que se pode usufruir. Atribui-se ao Castelo de Óbidos origem romana, provavelmente assente num castro. Foi posteriormente fortificação sob o domínio árabe. Depois de conquistado pelos cristãos (1148) foi várias vezes reparado e ampliado. No reinado de D. Manuel I, o seu alcaide manda construir um paço e alterar algumas partes do castelo. No Paço dos Alcaides salientam-se as janelas de belo recorte manuelino abertas para o interior do pátio. São ainda do seu tempo a chaminé existente na sala principal e o portal encimado pelas armas reais e da família Noronha, ladeado por duas esferas armilares. O Paço sofreu fortes danos com o terramoto de 1755. No século XX estava em total ruína tendo sido recuperado para instalar a Pousada (a primeira pousada do Estado em edifício histórico).

Pelourinho e telheiro
Coluna de pedra, símbolo do poder Municipal, apresenta as armas reais e o camaroeiro símbolo da Rainha D. Leonor. Encontra-se por cima do chafariz da Praça de Santa Maria, mas deverá ter estado frente à Casa da Câmara (antigamente junto à Igreja de Santa Maria.

Quinta dos Loridos
João Annes de Lourido, a quem o Mosteiro doara terras junto ao Bombarral, talvez tenha sido o primeiro proprietário da Quinta dos Loridos, por volta de 1430. Na actualidade, a imagem quinhentista ainda é marcante na organização espacial das construções, nos jardins em socalcos, e particularmente, no portal “Paladiano” do corpo central do edifício, de inspiração colhida na Itália do séc. XVI. Adquirda por Joe Berardo, desde então foi realizada uma profunda obra de restauro, que inclui a reconstrução dos telhados e interiores, a instalação de uma adega para a produção de um espumante Método Clássico numa antiga adega existente que ainda conserva um lagar de pedra com prensa de “vara“, a construção de uma cave de envelhecimento e a plantação de vinha.

Cristo-Rei
A construção do Monumento a Cristo Rei, da autoria do Mestre Francisco Franco, inicia-se a 18 de Dezembro de 1949, data em que é lançada a 1ª Pedra, terminando cerca de uma década depois, tendo sido inaugurado em 17 de Maio de 1959. A imagem de Nossa Senhora da Paz, que se encontra na Capela do Monumento, é do Mestre Leopoldo de Almeida e o projecto do Arquitecto António Lino e do Engenheiro D. Francisco de Mello e Castro e dos mestresescultores Francisco Franco e Leopoldo de Almeida. Eleva-se a 113 metros acima do nível do mar e oferece uma das mais bonitas vistas sobre a cidade de Lisboa.

 

     
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