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Catarina Eufêmea

Catarina Eufêmea
Maria Augusta

Chamava-se Catarina
E a terra trabalhava
E assim desde menina
Catarina o pão ganhava

Catarina, Catarina
O Alentejo a viu nascer
E esse mesmo Alentejo
Catarina viu morrer

Catarina mulher moça
Mas de grande decisão
Catarina ergueu a voz
Contra tanta escravidão

Junto ao peito ele trazia
Seu filhinho com amor
E para ele pedia
Uma vida bem melhor

Não se vendeu Catarina
A tão vil tirania
Que só a sua voz calou
Com a arma que trazia

Catarina o Alentejo
O teu sangue ele bebeu
E o teu nome Catarina
Ele jamais esqueceu

     
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