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O abandono dos animais

Ainda há muito ser, que se diz humano, a abandonar o seu animal de estimação, a sua companhia nas horas de solidão, a sua companhia nas alegrias e tristezas. Sim, tristezas, pois pressentem quando estamos tristes e quando precisamos de carinho, sentando-se nas nossas pernas ou até mesmo no nosso colo, como forma de nos reconfortar.

Quando ouvem a porta da rua a abrir-se vêm logo saudar-nos, com a cauda a abanar, como a querer dizer-nos: “olá, já chegaste, que bom..... “ e, lambidela daqui, lambidela dali, não nos largam um instante, felizes com a nossa chegada. Infelizmente, muitos ditos humanos, numa hora de aperto ou até mesmo numa ida de férias, abandonam o seu animal de estimação, o seu companheiro de tantas brincadeiras, deixando que a sorte - ou o azar - tome conta dele. Sorte, se alguma alma boa o adoptar.

Azar, se ficar na rua, à procura de comida em lixeiras. Azar, se as carrinhas camarárias o levarem para o canil para o matar. Isto tem de acabar. É urgente passar a palavra de que o animal de companhia deve ser desejado e estimado até à sua morte natural. É necessária mais e melhor legislação sobre os direitos e protecção dos animais, pois a que existe é fraca, desadequada e, em alguns casos, omissa.

 

     
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