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Tratado de Lisboa é símbolo de uma Europa reunificada, livre e democrática
Segundo José Manuel Durão Barroso, presidente da Comissão Europeia, “o Tratado de Lisboa constitui um símbolo de uma Europa reunificada, livre e democrática”. Durão Barroso considerou ainda estarem agora criadas as condições para “se olhar com confiança para o futuro”, que “será também mais democrático, com o reforço das competências do Parlamento Europeu”.

Governos e bancos centrais entram em confronto no pós-crise
A lógica é simples. Se, no auge da crise, os interesses de bancos centrais e governos eram idênticos – evitar a todo o custo que a economia entrasse em colapso –, a partir do momento em que a economia dá os primeiros sinais de retoma, as prioridades das duas partes começam a divergir. Enquanto do lado das autoridades monetárias se volta a olhar para os riscos de regresso da inflação, do lado dos governos, com o número de desempregados ainda a bater recordes e a pressão social extremamente elevada, o objectivo principal tende a ser o de ajudar a economia a afastar-se da crise o mais rápido possível, sem grandes preocupações relativamente aos impactos das políticas no futuro.

Primeiro-ministro afasta aumento de impostos
Apesar das intervenções públicas do governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio, apontarem para a necessidade de aumentar os impostos para reduzir o défice até 2013, José Sócrates reiterou que não haverá qualquer aumento de impostos em Portugal até ao final da legislatura, frisando que a proposta do Governo de Orçamento do Estado para 2010 terá como prioridades o emprego e o crescimento económico. “Pelo contrário, se o Governo tivesse margem, a sua política até seria no sentido de diminuir os impostos para estimular o crescimento económico e o emprego” – enfatizou José Sócrates.

Pacto para o emprego: UGT saúda iniciativa, mas exige respostas rápidas e objectivas
A ministra do Trabalho e da Solidariedade Social, Maria Helena André, anunciou que vai propor aos parceiros sociais o estabelecimento de um “Pacto para o Emprego” que permita combater a crise e “promova uma política de rendimentos socialmente mais justa”. Paula Bernardo, secretária-geral adjunta da UGT, saudou a iniciativa, mas alertou para a necessidade de esta conter medidas e objectivos concretos.

Retoma económica ainda é tímida
Segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) a retoma da economia global ainda é demasiado tímida para conseguir estancar o crescimento do desemprego e afirma mesmo que o desemprego deverá atingir o seu máximo nos Estados Unidos em 2010, mas na zona euro só deverá começar a diminuir em 2011.

Desemprego jovem
Segundo dados do Instituto de Estatística referentes ao terceiro trimestre, o desemprego continua a disparar. Estes indicadores mostram uma tendência generalizada, mas se o desemprego continua a agravar-se em todo o país, é a Norte que a situação se mostra mais preocupante, já que quase metade dos jovens portugueses desempregados com idades até 25 anos vivem no Norte.

Norte com a recuperação mais lenta
As três regiões mais pobres do país (Norte, Centro e Alentejo) cresceram em 2007 mas a ritmos diferentes, tendo o ano sido menos favorável à Região Norte, que cresceu apenas 0,1 pontos percentuais, enquanto o Centro recuperou 0,7 pontos percentuais face ao ano anterior e o Alentejo cresceu 0,9 pp.

Investimento nos fundos aumenta pelo oitavo mês consecutivo
De acordo com os dados divulgados pela Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Património, continuam a atrair os investidores portugueses, tendo em Outubro encerrado com subscrições líquidas positivas pelo oitavo mês consecutivo.

Queda da economia “não será tão acentuada como previsto”
Segundo o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, a queda da actividade económica em Portugal em 2009 será inferior à da média da União Europeia, não sendo tão acentuada como previsões anteriores. Para Teixeira dos Santos, “o país vive um momento difícil que exige responsabilidade”, mas o maior problema que actualmente Portugal enfrenta é o desemprego; daí o esforço do Governo no lançamento de “medidas orientadas para a criação de emprego e para o apoio aos desempregados”.

Comunidade internacional tem de tirar lição da crise
José Sócrates abriu a XIX Cimeira Ibero- Americana – que contou com a presença dos chefes de Estado e de Governo da maioria dos países ibero-americanos –, com o aviso de que a comunidade internacional tem de saber “tirar as devidas lições” da “mais grave crise económica dos últimos 80 anos”. “O mundo pagou um alto preço pela opacidade e a irresponsabilidade que dominou os mercados financeiros”, afirmou o primeiro-ministro. O Presidente da República, Cavaco Silva, deixou o mesmo alerta, sublinhando que o mundo “vem enfrentando uma crise económica e financeira com gravíssimas consequências sociais, que só poderá ser verdadeiramente ultrapassada se dela soubermos extrair todos os ensinamentos”.

Retirados do mercado 30 lotes de xarope Ben-U-Ron
A Infarmed - Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde deu a conhecer a retirada do mercado, a pedido do laboratório Neofarmacêutica, de diversos lotes de xarope “Ben-U-Ron paracetamol 40mg/ml”, por ter sido detectada “uma alteração da tonalidade da sua cor”. O comunicado adianta que “a recomendação justifica-se por precaução, não existindo evidência de que a alteração detectada tenha efeitos prejudiciais para a saúde”, acrescentando que, “no caso de ser utilizado um medicamento deste lote, não é de esperar que existam motivos de preocupação”.

Sida: taxa de diagnósticos inferior a outros países europeus
Um comunicado da entidade de Coordenação Nacional para a Infecção VIH/Sida , Portugal afirma que a sida tem reflectido ao longo dos anos uma descida no número de casos – 10% de ano para ano, segundo o Ministério da Saúde – como confirma a tabela “Novos diagnósticos de infecção VIH e taxas por milhão de habitantes por país e ano de diagnóstico”, presente no documento “HIV/AIDS surveillance in Europe 2007” da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Centro Europeu para a Prevenção e Controlo de Doenças. “Até o número de notificações vem consistentemente a decrescer, não havendo qualquer razão para afirmar que a incidência da infecção está a aumentar em Portugal”, já que “Portugal tem uma taxa de novos diagnósticos inferior a países como a Suíça, Reino Unido, Estónia e Letónia” – acrescenta o comunicado. Apesar disso, Portugal gasta anualmente 200 milhões de euros com anti-retrovirais, custo que é preciso conter, negociando os preços, para garantir a continuidade dos tratamentos da sida.

 

     
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