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Operação 5.º Império

O nosso associado Jacinto Alves acaba de publicar o romance “Operação 5º Império”, cujo tema é iniciático, histórico e espiritualista, focando a ameaça planetária com a aproximação de vários asteróides ao planeta Terra. Existe, entretanto, a Ordem de Cristo Guardiã, fundada pelo rei D. Dinis e formada por iniciados denominados Maçons Zoístas, que têm em sua posse a solução para evitar a extinção da humanidade e do próprio planeta, dispondo igualmente do conhecimento de uma forma de energia universal muito superior às formas de energia utilizadas pelo homem.

A base do tema que materializa a acção do romance tem início a partir do ano de 1910, no Brasil, onde um grupo de portugueses ali radicados toma a decisão de fundar um movimento que fosse ao encontro das grandes questões da vida espiritual do ser humano. Naquela época sucediam-se grandes embates ideológicos, não só a nível político mas numa perspectiva religiosa – nomeadamente na área do espiritismo, que fora liderado e codificado por Alan Kardec.

Em 1910 surge então um movimento dissidente, que, embora mantendo as raízes provenientes do espiritismo, se considerava racional e científico, cortando qualquer possível ligação com aspectos religiosos e místicos Àquele movimento foi dado o nome de Espiritismo Racional e Científico Cristão.

Em 1950, o neto do fundador daquela corrente, Marco Aurélio Matos Chaves, presidente do Instituto Superior de Estudos Histórico- Científicos, Estatística e Investigação Científica, mais conhecido pela sigla ISE, com sede na então vila de Oeiras, era um emérito cientista e professor catedrático, portador de Altos Graus da Maçonaria Universal. Tratava-se de um Maçom Templário e, simultaneamente, um Mestre Zoísta e Grão-Mestre da Ordem de Cristo Guardiã, instituição iniciática fundada no século XIV pelo rei D. Dinis, que foi, com a Ordem de Cristo, precursora das descobertas e expansão marítima dos portugueses.

A Ordem de Cristo Guardiã teve a sua origem no facto de os cavaleiros templários franceses, quando em fuga devido às perseguições feitas pelo rei Filipe, o Belo, terem conseguido fugir por mar e alcançado a costa portuguesa, sendo recolhidos e protegidos por D. Dinis. Na sua fuga, transportaram consigo parte do tesouro que a ordem detinha, incluindo prata, ouro, documentos diversos, cartas náuticas muito importantes, relíquias e artigos diversos, de que se destacava especialmente um – a “Arca da Aliança de Moisés, o Artefacto de Deus”. Mas, para o leitor ficar a conhecer o desenrolar da acção, o melhor é dirigir-se directamente ao autor, pelo endereço jjdiabinho@sapo.pt.

     
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