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Rafting radical

O rio Minho vai, mais uma vez, ser cenário de um sábado radical, organizado pelo Sindicato dos Bancários do Norte.
O evento, destinado a todos os associados e familiares, constará de uma prova de rafting a realizar no dia 15 do corrente mês de setembro.
As inscrições deverão ser efetuadas até ao dia 7, junto nos serviços do SBN, onde poderão ser obtidas mais informações sobre a organização e especificidades desta prova, que só se realizará com um mínimo de 20 inscrições e é limitada a 60 pessoas. A organização garantirá transporte em autocarro com um mínimo de 35 inscrições para esse efeito.

Rio Minho

O rio Minho, em espanhol em galego Miño, é um rio internacional que nasce em Espanha, a uma altitude de 750 metros, na serra de Meira, na comunidade autónoma da Galiza, e percorre cerca de 300 quilómetros até desaguar no oceano Atlântico, a sul da localidade da Guarda e a norte de Caminha.

No percurso banha Lugo, Ourense, Melgaço, Monção, Tui, Valença, Vila Nova de Cerveira e Caminha e nos últimos 75 quilómetros, entre Melgaço e a foz, serve de fronteira entre Espanha e Portugal.

O Minho é um rio excelente para um contacto inicial com modalidades aquáticas radicais.

Possuindo alguns rápidos de águas bravas, ótimas para a prática das técnicas de rafting, o restante percurso permite usufruir tranquilamente da beleza do vale, da fauna e flora, e também praticar outras atividades.

A visita a ruínas de moinhos tradicionais, saltos de 2 a 6 metros para a água, natação nas águas bravas e iniciação ao hidrospeed são atividades possíveis e não dispensáveis.

O Rio Minho tem vários afluentes, entre eles, na margem portuguesa, os rios Mouro, Gadanha e Coura.
No Minho pesca-se o meixão e a lampreia, entre outros...

Rafting
A atividade de rafting é um desporto de equipa, com o objetivo de descer um rio, vencendo os diversos obstáculos: árvores, rochas, remoinhos, quedas, em barco de borracha, contendo vários tripulantes.
Para manter o raft (barco) equilibrado, deverão distinguir-se bem os seus pontos de equilíbrio:
bombordo à esquerda, estibordo à direita, proa à frente e popa, onde por norma segue o guia.

O barco tem uns apoios, estribos, onde os ocupantes devem colocar os pés para não serem derrubados pelas correntes. A entrada nos rápidos deve ser feita a uma velocidade maior àquela que a água tiver, pois só assim se superarão as ondas por ela formadas.
Durante as descidas, o barco é controlado através de travagens sucessivas, fazendo a embarcação "derrapar" nas ondas.

     
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