Dia Internacional da Mulher
No próximo dia 23 de março terá lugar a tradicional confraternização comemorativa do Dia Internacional da Mulher, que este ano se realiza na Quinta do Príncipe, em Chaves, e cujo programa se inicia pelas 8 horas, com partida dos autocarros do Porto, junto à Câmara Municipal. Com a chegada a Chaves haverá tempo livre, que se prolongará até cerca das 13 horas, para que os participantes possam visitar a cidade, após o que terá lugar o almoço comemorativo, seguido da uma intervenção político-sindical alusiva à data. A tradicional tarde de convívio terá animação musical com bar aberto, durante a qual será servido um lanche reparador das forças despendidas. O regresso aos locais de destino terá início a hora a determinar.
A iniciativa só se realiza com um mínimo de cinquenta e um máximo de cem pessoas e as inscrições deverão ser efetuadas até 15 de março.
O Dia Internacional da Mulher e o 8 de março
Nunca é demais relembrar que, durante séculos, o papel da mulher incidiu sobretudo na função de mãe, esposa e dona de casa. Ao homem estava destinado um trabalho remunerado, no exterior do núcleo familiar.
Com o incremento da Revolução Industrial, na segunda metade do século XIX, muitas mulheres passaram a exercer uma atividade laboral, embora auferindo (ainda hoje se luta pela igualdade de direitos) uma remuneração inferior à do homem. Contra essa discriminação, as mulheres encetaram diversas formas de luta, quer na Europa, quer nos EUA.
Daí nasce a lenda de que esta comemoração se deve a uma greve, realizada em 8 de março de 1857 por trabalhadoras de uma fábrica de fiação ou por costureiras de calçado – o que tem sido veiculado por muitos órgãos de informação –, embora sem qualquer rigor histórico. É uma história de sacrifício e morte que cai bem como mito.
Em 1982, duas investigadoras, Liliane Kandel e Françoise Picq, demonstraram que a famosa greve feminina de 1857, que estaria na origem do 8 de Março, pura e simplesmente não aconteceu, pois não vem noticiada nem mencionada em qualquer jornal norte-americano.
Mas todos os anos milhares de órgãos de comunicação social contam a história como sendo verdadeira A verdade é que em 1909 um grupo de mulheres socialistas norte- -americanas se reuniu numa jornada pela igualdade dos direitos cívicos, que estabeleceu criar um dia especial para a mulher, que nesse ano aconteceu em 28 de fevereiro. Ficou então acordado comemorar aquele dia no último domingo de fevereiro de cada ano, o que nem sempre foi cumprido. A fixação do dia 8 de março apenas ocorreu depois da 3ª Internacional Comunista.
A data escolhida foi a do dia da manifestação das mulheres de S. Petersburgo, que reclamaram pão e o regresso dos soldados, que ocorreu no dia 23 de fevereiro.
Workshops
Iniciação ao sushi (2º nível)
No passado dia 19 de janeiro, teve lugar mais uma oficina de iniciação ao sushi, mais uma vez superiormente orientada pela “sushiwoman” Ana Santos.
A oficina teve a duração de cerca de três horas e a participação de dez pessoas, a quem foi dado conhecer a explicação dos makis, futomakis e hosomakis, o corte de sashimi e a confeção de gunkans e nigiris, bem como a respetiva confeção. No final da sessão, os participantes, que puderam fazer a degustação do sushi por si confecionado, acompanhado de bebidas e café, manifestaram-se unanimemente satisfeitos e congratularam-se pela forma como decorreu a oficina.
“Aprender, fazendo” (3ª edição)
Ateliê de costura “Agulha & Dedal”
Dando satisfação às solicitações de várias sócias do SBN, após a realização da 1ª e 2ª edições da oficina de iniciação à costura, que se realizaram em 2018, o GRAM, vai ser retomado, nos próximos dias 23 de fevereiro, 16 de março, 6 de abril, 18 de maio, 29 de junho e 20 de julho (se o número de inscrições em cada mês o justificar), nas instalações da Rua Cândido dos Reis, 100, 3º, o ateliê de costura “Agulha & Dedal, Aprender, Fazendo”, em que as(os) associadas(os), cônjuges/ companheira(o), filhos e acompanhantes procederão, com a ajuda e colaboração da modista de alta costura Isabel Resende, a arranjos, restauro ou confeção de roupa.
O objetivo e o conceito deste serviço, como os anteriores, são os de aprender, fazendo, isto é, acompanhando a tendência atual para “o faça você mesmo”, ensinar os participantes a arranjar bainhas, pregar fechos ou botões, subir calças, meter bolsos e, até, cortar, alinhavar, provar e confecionar saias, vestidos ou casacos, sempre orientados pela referida modista, e transmitir-lhes as noções básicas para que possam executar os arranjos de costura. Tudo tem que ser feito pela própria no local.
O ateliê funcionará com um mínimo de cinco e um máximo de dez participantes, cujas inscrições deverão ser efetuadas até 15 de fevereiro.
Iniciação à poda de árvores e arbustos
Estando na época mais propícia para a poda de árvores e arbustos, vão ser promovidas a 9 e 23 de fevereiro, das 14h30 às 17h30, nas instalações do Horto da Circunvalação, na Rua Padre Andrade e Silva, 1103, em Gondomar, 2 workshops de iniciação à poda de árvores e arbustos. Podar é remover, intencionalmente e com alguma ciência, qualquer parte da planta, normalmente um ramo ou raiz. Diz-se intencional, porque antes de podar tem de ser definido um objetivo para a poda. O ideal é conservar o porte natural das plantas e a aparência original que as caracterizam. Contudo, é possível, através da poda, conduzir as plantas de maneira ordenada, para reduzir o volume e para aumentar a quantidade de flores ou de frutos. Se for bem executada, a poda favorece o crescimento das plantas, formando-as, tratando-as e renovando-as.
Na oficina serão abordados, entre outras dicas para poder melhorar o aspeto das plantas ornamentais, a importância da poda em diferentes situações e os tipos de poda que podem ser realizados. A iniciativa concretiza- se com um mínimo de cinco e um máximo de oito inscrições. Quem tiver tesoura de poda pode usá-la no horto. Se o número de inscrições ultrapassar o previsto e se existirem no mínimo seis em lista de espera, a oficina será repetida em data e hora a anunciar
Arranjo de plantas e terrários
As plantas de interior dão um toque de frescura e de cuidados ao ambiente da casa. Por isso, e também nas instalações do Horto da Circunvalação, na rua Padre Andrade e Silva, 1103, em Gondomar, vai ser realizada, no próximo dia 30 de março, com início às 9h30 e fim previsto para as 12h30, uma oficina de arranjo de plantas e terrários. Esta oficina ensinará a fazer arranjos para interior, com utensílios do dia a dia – vasos, frascos de compota, copos, artigos de decoração ou o que a imaginação permitir.
Dependendo do vaso que for escolhido, assim podem ser feitas composições e misturar espécies, sendo possivel executar arranjos com algumas composições de plantas.
Os participantes podem fazer-se acompanhar por vasos ou recipientes, ou artigo de decoração, que queiram decorar com plantas a adquirir no horto e fazer o próprio arranjo para casa.
A iniciativa realiza-se com um mínimo de oito e um máximo de doze participantes.
Pedaços de arte
Pintura com cheiro a café
Com início às 15 horas e fim previsto para as 17 do próximo dia 2 de fevereiro, realiza-se, nas instalações do SBN na Rua Cândido dos Reis, 100, 3º, uma oficina de pintura com cheiro a café.
O objetivo do curso é incentivar os participantes, sob orientação de Ana Maria Costa, a fazerem pinturas criativas utilizando café, através de uma técnica que comprova que a criatividade e o material utilizado não têm limites.
Pintura com pastel seco
Também sob orientação e acompanhamento da formadora Ana Maria Costa, vai ser levado a cabo, no próximo dia 16 de fevereiro, nas instalações do SBN, na Rua Cândido dos Reis, 100, 3º, com início às 15 horas e fim previsto para as 17, uma oficina de pintura com pastel seco, com o objetivo de proporcionar aos participantes dominar e entender a técnica do pastel seco, representar volumes e contrastes, exercícios de cor, contrastes e dégradés e a elaboração de uma pintura em pastel seco, tamanho A3. A iniciativa realiza-se com um minino de cinco e um máximo de dez participantes, cujas inscrições deverão ser efetuadas nos serviços do SBN.
Pintura em tecido
Em março próximo, no dia 23, com início às 15 horas e fim previsto para as 17h30, é a vez de aprender a pintura em pano.
Para concretização do objetivo, nas instalações do SBN na Rua Cândido dos Reis, 100, 3º, Ana Maria Costa orientará uma oficina de pintura em tecido, de forma a permitir aos participantes personalizarem uma peça de roupa sua (camisola, pijama, t-shirt…), depois de previamente fazerem um croquis em tecido fornecido pela formadora.
A iniciativa só se realiza com um mínino de cinco e um máximo de oito inscrições, que deverão ser efetuadas até 15 de março. Se o número ultrapassar as oito, num mínimo de cinco, será realizada uma nova oficina, em data e hora a anunciar e com os mesmos horário e preço.
A formadora, Ana Maria Costa
Ana Maria Costa estudou na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, onde, em 2007, concluiu a licenciatura em Artes Plásticas – Pintura, data a partir da qual é formadora de desenho, pintura e artes decorativas para adultos, e de expressão plástica para crianças. Do seu currículo constam também presenças em várias exposições de pintura, artesanato e fotografia, das quais se destacam a Galeria OWO e o Museu FBAUP, em 2007, no Porto; a Galeria Símbolo, no Porto, em 2008; a Feira de Artesanato de Gondomar, em 2011; o Jardim das Artes – Arca d’Água, em 2011, e a Casa de Cultura de Paranhos, em 2011.
Detergentes ecológicos
No próximo dia 23 de fevereiro, com início às 14h30 e fim previsto para as 17h30, será realizada nas instalações do SBN uma oficina de detergentes ecológicos, orientada pela facilitadora Helena Sousa, do “Projeto Bem da Terra”.
OFICINA DE DETERGENTES ECOLÓGICOS
Na oficina de detergentes ecológicos, o foco é o cuidado com o espaço que habitamos, demonstrando que os produtos naturais podem ser igualmente eficientes na ação de limpeza e de higienização da casa, constituindo assim uma verdadeira alternativa aos produtos de indústria química convencional.
Os participantes terão oportunidade de aprender a confecionar vários detergentes para a limpeza da casa, desde o limpa vidros aos detergentes para limpeza do forno.
A iniciativa só se realiza com um mínino de dez e um máximo de vinte participantes, cujas inscrições deverão ser efetuadas até 15 de fevereiro.
Para esta oficina é necessário que cada participante leve três ou quatro garrafas ou frascos de plástico ou vidro, para transportar os produtos confecionados.
Cozinha vegan (6ª edição)
No próximo dia 16 de março, das 15 às 18 horas, dando resposta a muitas solicitações de associados, proceder-se-á, nas instalações do sindicato na Rua Cândido dos Reis, 100, 1º, a uma nova oficina de iniciação à cozinha vegan.
Como nas cinco edições anteriores, na oficina vai ser ensinado a fazer uma entrada, um prato e uma sobremesa vegan.
A iniciativa terá lugar com um mínimo de dez e um máximo de quinze inscrições, que deverão ser efetuadas até 8 de março.
Se o número de inscrições ultrapassar o máximo previsto e existirem no mínimo dez em lista de espera, será repetida esta iniciativa, em data a anunciar.
Percursos culturais
“À descoberta da identidade portuense”
O mistério da Torre da Marca
Descobrir para que servia, onde fica(va) exatamente, o que tem a ver com a famosa torre de “Pedro Cem”, foi o incentivo para as 65 pessoas participarem neste evento, através de um percurso que as levou também pelos jardins do Palácio de Cristal, sempre superiormente orientadas e esclarecidas por Joel Cleto.
Visitas, viagens e caminhadas
Aldeia de Natal
Parque Diverlanhoso – Póvoa de Lanhoso
Com a presença de 65 pessoas, entre associados e familiares, realizou- -se, em 18 de dezembro, no âmbito das comemorações da quadra natalícia, uma visita à Aldeia de Natal, no Parque Diverlanhoso, na Póvoa de Lanhoso.
Visitar a casa do Pai Natal, deliciar-se com os truques do mágico ali presente ou aprender a fazer marionetes foram algumas das propostas que levaram os participantes, quer adultos, quer crianças, a render-se à magia do Natal e voltar a sonhar com o Pai Natal.
Visita cultural a Santarém
Vai ser realizada no dia 2 de fevereiro uma visita cultural guiada à cidade de Santarém, com almoço em Almeirim e passagem por Fátima. A iniciativa só se realiza com um mínimo de 35 e um máximo de 55 pessoas. Do desenvolvimento da iniciativa daremos mais informações em próxima edição. Por já existirem mais 50 novas inscrições, será realizada no visita em 4 de abril.
Santarém
Situada num planalto, rodeada pelos cumes de Alcáçova, Capuchos, Outeiro da Forca, Sacapeito, S. Bento, Senhora do Monte e Monte dos Cravos e banhada pelo majestoso Rio Tejo, a cidade de Santarém é capital de distrito e considerada, pelo seu passado artístico imponente e glorioso, “capital do gótico português”. A sua fundação está associada à mitologia greco-romana e cristã. Crê-se que a ocupação de Santarém remonte ao século VII a.c.
A crise do século III e a decadência do Império Romano do Ocidente afectou a civitas, sendo no século V conquistada e saqueada pelos bárbaros. Em 460, os visigodos, comandados por Sunerico, conquistam- -na aos alanos.
Entre 1093 e 1111 esteve sujeita ao domínio cristão, durante o qual o rei Afonso VI de Leão e Castela lhe concede, em 1095, uma carta de foral, com que começa a história do direito concelhio escrito da cidade. A conquista aos mouros, em 1147, por D. Afonso Henriques, é um símbolo importante na formação do reino de Portugal.
A partir daquela data, tomou novos rumos, novas direções, aproveitando, contudo, o legado dos povos antecessores.
A fortificação da cidade foi das primeiras preocupações. A defesa militar foi entregue às ordens religioso-militares, tendo nos séculos XIII e XIV sido reforçadas e constituídas novas muralhas. Assim, no reinado de D. Sancho I, Seserigo foi muralhada e com D. Fernando as muralhas da Alcáçova Velha (Paço Real de Alcáçova) foram consolidadas e muralhadas.