Anda um alienado à solta,
Assassino, com odor a morte,
Cuja mente destila revolta,
Misturado entre boa gente,
Sicário, que fraternidade não sente,
Recrutado num mundo cruel,
Pelos califados islâmicos,
Tanto no sul como no norte.
Anda um alienado à solta,
Assassino, com odor a morte,
Islamismo, mais azedo do que o fel,
Mata, sem piedade, com raivosa fé,
Parece pessoa normal, mas não é,
Tem alma demente, hipnótica,
Porque não, diabólica.
Vampiro, que de sangue inocente,
Se alimenta, sofregamente.
Anda um alienado à solta,
Assassino com odor a morte.
Homem louco de má sorte,
Com suas mente revoltada,
Alma, satânica, assanhada,
Cercearam-lhe a actividade afectiva,
E semearam nele a gerativa.
Ele não tem futuro mas, só presente,
Mata-se e, mata tanta gente.
Aquele que tira a vida a seu irmão,
Merece como pena, a decapitação.
Anda um alienado à solta,
Assassino com odor a morte.
Por Raul F. Teixeira de Sousa