A salvaguarda dos postos de trabalho no setor bancário foi uma das principais preocupações manifestadas por unanimidade pelo Secretariado Nacional da UGT, na sua reunião do passado dia 21 de junho.
A salvaguarda dos postos de trabalho no setor bancário foi uma das principais preocupações manifestadas por unanimidade pelo Secretariado Nacional da UGT, na sua reunião do passado dia 21 de junho. Na oportunidade, a central acentuou que o setor atravessa um período dos mais difíceis da história: “Todos os dias, os trabalhadores bancários, que não são responsáveis pela situação a que se chegou, são confrontados com processos de reestruturação, que passam sempre por pôr em causa a manutenção do posto de trabalho. São às centenas os trabalhadores alvo de rescisões por mútuo acordo, algumas forçadas ou por reformas antecipadas, criando-se assim um clima de instabilidade permanente no setor. Neste momento decorrem dois processos, um no Novo Banco (NB), com um despedimento coletivo, e outro de reestruturação na CGD, com contornos ainda pouco claros, que passa pela ameaça de saída de cerca de dois mil trabalhadores, sem que se saiba exatamente em que condições. Os sindicatos da Febase estão atentos e preocupados com o futuro destes trabalhadores, tendo-se já reunido com a Administração do NB e aguardando reunião com a da CGD, a fim de esclarecer como e quando vão proceder ao dito processo de reestruturação”.
Entretanto, as recentes declarações do FMI quanto à possibilidade de os problemas do sistema financeiro português e italiano poderem gerar riscos sistémicos para o sistema mundial parecem à UGT “totalmente inaceitáveis e despropositadas” e são vistas como uma forma adicional de pressão sobre a política nacional (e nesse quadro, veja-se o tratamento diferenciado dado pelo FMI ao Deutsche Bank): “Esta foi uma preocupação que a UGT já teve oportunidade de transmitir ao Presidente da República. Num momento em que a União Europeia se confronta com enormes desafios, estas afirmações em nada contribuem para promover o clima de estabilidade e de confiança necessário para assegurar a retoma económica”.
Na oportunidade, a central acentuou que o setor atravessa um período dos mais difíceis da história: “Todos os dias, os trabalhadores bancários, que não são responsáveis pela situação a que se chegou, são confrontados com processos de reestruturação, que passam sempre por pôr em causa a manutenção do posto de trabalho. São às centenas os trabalhadores alvo de rescisões por mútuo acordo, algumas forçadas ou por reformas antecipadas, criando-se assim um clima de instabilidade permanente no setor. Neste momento decorrem dois processos, um no Novo Banco (NB), com um despedimento coletivo, e outro de reestruturação na CGD, com contornos ainda pouco claros, que passa pela ameaça de saída de cerca de dois mil trabalhadores, sem que se saiba exatamente em que condições. Os sindicatos da Febase estão atentos e preocupados com o futuro destes trabalhadores, tendo-se já reunido com a Administração do NB e aguardando reunião com a da CGD, a fim de esclarecer como e quando vão proceder ao dito processo de reestruturação”.
Entretanto, as recentes declarações do FMI quanto à possibilidade de os problemas do sistema financeiro português e italiano poderem gerar riscos sistémicos para o sistema mundial parecem à UGT “totalmente inaceitáveis e despropositadas” e são vistas como uma forma adicional de pressão sobre a política nacional (e nesse quadro, veja-se o tratamento diferenciado dado pelo FMI ao Deutsche Bank): “Esta foi uma preocupação que a UGT já teve oportunidade de transmitir ao Presidente da República. Num momento em que a União Europeia se confronta com enormes desafios, estas afirmações em nada contribuem para promover o clima de estabilidade e de confiança necessário para assegurar a retoma económica”.