É hora de os bancários se unirem

Participe nas manifestações e na greve em defesa de salários e pensões dignos

 

 

É intolerável a Banca continuar a ganhar e os bancários sempre a perder. Face à gravidade da situação, os Sindicatos do setor juntaram-se num esforço de mobilização na defesa dos bancários no ativo e na reforma. A participação de todos nas concentrações e na greve de 30 de novembro é fundamental para mostrar aos Bancos que aumentos de 2% não são aceitáveis.

A Banca em Portugal continua a apresentar lucros extraordinários, mas despreza aqueles que com o seu trabalho e profissionalismo contribuem, ou já contribuíram durantes muitos anos, para esses resultados. Os 2% de aumento que os Bancos impõem não cobrem sequer a inflação prevista para 2026.

No setor mais dinâmico e pujante da economia nacional não há razão alguma – exceto a ganância – para sujeitar os bancários no ativo e na reforma a uma constante perda de rendimentos.

Esta posição é injusta, inaceitável e merece uma resposta firme dos bancários. Por isso, conscientes das suas responsabilidades e da necessidade de formarem uma frente unida, MAIS, SBN, SBC e SNQTB desenvolveram um esforço de convergência, com o objetivo de construir uma resposta mais forte e mais mobilizadora, na defesa dos bancários no ativo e reformados.

 

Concentrações e greve

Apesar de os Sindicatos já terem iniciado os seus calendários de protesto, a necessidade de dar mais força à voz dos bancários e à defesa das suas legítimas reivindicações perante a Banca, levaram a que algumas datas e locais fossem alterados, de forma a fazer convergir as diversas iniciativas.

 

Datas e locais:

– 4 de novembro: concentração junto ao BPI e ao Santander;

– 11 de novembro: concentração junto ao Montepio e à CCCAM;

  • – 25 de novembro: concentração junto ao Millennium BCP e ao Novobanco;
  • – 30 de novembro: greve no setor bancário.

 

Mostrar indignação

Mas não basta a convergência dos Sindicatos.

É preciso mostrar aos administradores da Banca — cujos aumentos são muito superiores a 2% — que os bancários não aceitam uma proposta salarial injusta, que não recompensa o seu esforço e o profissionalismo – e nem sequer cobre a inflação prevista para 2026.

O tempo de apenas mostrar indignação em conversas com os colegas passou.

O tempo de não agir acabou.

É necessário que os bancários mostrem claramente a sua indignação, participando ativamente nos protestos:

– Que se manifestem frente aos bancos;

– Que façam greve no dia 30 de novembro.

Todos juntos podemos mostrar à Banca que os bancários merecem respeito e salários justos.

Mostre o seu descontentamento e a sua indignação!

Participe!

 

As Direções

07/10/26

 

Consulte aqui o COMUNICADO